sábado, 31 de dezembro de 2011

ILHAVIRTUALPONTOCOM Nº 8

Amigos e amigas,

No apagar das luzes deste ano de 2011, disponibilizamos mais um exemplar do noso informativo ILHAVIRTUALPONTOCOM, para lê-lo em PDF, clique AQUI






domingo, 18 de dezembro de 2011


LER PELO PRAZER DE LER
José Neres
(O Estado do Maranhão, 18/12/2011)


Fonte da imagem: internet
            Ler é a chave para a aquisição de todo o conhecimento humano acumulado desde tempos imemoriais. Claro que além da leitura há diversas outras forma de aprender, no entanto ela é capaz de facilitar todo esse processo e de tornar menos tortuosos caminhos que nem sempre gostaríamos de trilhar.
            Mesmo em um momento histórico de constantes incertezas e de fluidez de relações e de costumes, o conhecimento não técnico e a experiência leitora parece estar perdendo terreno para atividades que tragam um retorno pecuniário, de preferência a curto ou, no máximo, a médio prazo. Dessa forma, foi gestada a ideia de que ler é perder tempo e que a nada leva.
            Ironicamente, em uma sociedade que valoriza a velocidade e a multiplicidade de eventos concomitantes, as ferramentas tecnologicamente mais avançadas exigem que o usuário tenha que ler, ler e ler. Porém esse tipo de leitura que busca informações, dados e meios de agilizar o tempo de resposta e de otimizar os processos de produção está inserido mais no âmbito da mecanização das relações que na saborosa busca do saber sem compromisso com os utilitarismos da vida contemporânea.
            Assim como os alimentos consumidos no dia a dia servem para nutrir nosso organismo, fornecendo-nos energia para as lides cotidianas, a leitura pode ser metaforicamente vista como uma das fontes de energia que manterá viva em cada ser humano a chama do desejo de aprender e de compartilhar experiências com o mundo que nos rodeia, fazendo com que nosso cérebro tenha seu estoque de informações constantemente renovado.
            Mas ler não é apenas correr os olhos por uma folha de papel ou pela tela de um computador. Ler vai muito além do ato mecânico de decodificar, palavras, frases e parágrafos. Há quem acredite também que a qualidade da leitura esteja diretamente relacionada com a quantidade de páginas lidas em determinado intervalo de tempo. Na verdade, o processo de aproveitamento do que foi lido nem sempre obedece à lógica preconizada pela matemática. Então, dessa forma, alguém pode ler pouco e ter um excelente aproveitamento das páginas lidas. Por outro lado, uma pessoa que tenha devorado com os olhos quilômetros de páginas talvez não tenha retido informações suficientes para dizer que realmente leu algo.
            No meio de uma selva oscura em que a quantidade tem se tornado bem mais requisitada que a qualidade, o prazer de ler parecer ter ficado também em segundo plano. Lê-se para uma prova. Lê-se para buscar uma informação urgente. Lê-se para lutar por uma promoção no emprego, para montar um aparelho eletrônico, para descobrir onde mora alguém... Todos os tipos de leitura são válidos e merecem os devidos aplausos. Mas a modalidade de leitura mais interessante é aquela descompromissada, livre de obrigações, sem interesse de produzir uma resenha ou de conquistar uma nota...
            Em pé, deitado, sentado ou mesmo andando, o mais eficiente tipo de leitura é aquele que se transforma em prazer a cada linha devorada e que é capaz de levar o leitor a sair de sua realidade e conhecer novos ambientes, nova idéias e a conviver o inesperado, com o inefável de novas descobertas. Quando a leitura se torna uma fonte de prazer constante e inesgotável, a pessoa descobre que ler pela simples vontade de ler é uma forma de viver.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SOBRE A FEIRA DO LIVRO


REPENSANDO A FEIRA
José Neres


         Com bastante atraso, a população ludovicense teve neste fim de ano mais uma edição da Feira do Livro. Com fraca (ou quase inexistente) decoração, sem a presença de grandes nomes da literatura nacional, a quinta edição da FELIS tem tudo para ser considerada a menos organizada e, talvez, a menos movimentada. A desculpa da greve dos policiais e a consequente insegurança da população para sair de casa não parece ser a mais plausível, já que os bares da capital continuavam lotados, com ou sem a presença de policiais nas ruas...
         O evento em si, nos primeiros momentos, contou apenas com a propaganda boca-a-boca entre as pessoas que vivem nos meios literários e algumas pessoas que passavam pela Praça Maria Aragão e viam os operários montando as tendas. Por sinal, até a hora da abertura do evento, nem todos os ambientes estavam prontos causando constrangimento aos visitantes, que tinha que tomar todo cuidado com os materiais soltos e que poderiam trazer perigo aos transeuntes.
         De modo geral, a V Feira do Livro teve acertos e erros. Dentre os acertos está a escolha dos homenageados (Aldo Leite, João do Vale, Sonia Almeida e Mário Meirelles) pessoas ligadas à arte, com um patrono (José Chagas) que merece todas as homenagens. No entanto o que novamente se viu é que essas homenagens praticamente se limitaram a algumas imagens e a nomes dados aos locais do evento. Seria bom que houvesse também mais palestras e circuitos de discussão sobre a obra dos homenageados, além de exposição de seus trabalhos, o que, infelizmente, não aconteceu.
         A comissão organizadora, ao distribuir os espaços deveria preocupar-se também com o conforto acústico dos palestrantes, visitantes e demais convidados, pois o que se viu foi uma disputa desleal entre escritores no espaço de lançamento de livros ou no Café Literário e os sons externos, que variavam ente o burburinho comum dos transeuntes, músicas e outras apresentações paralelas. Também não ficaram claros os critérios de distribuição dos ambientes climatizados. De um lado, havia espaços lotados, com pessoas se abanando com livros, jornais e revistas, e do outro, salas vazias devidamente climatizadas...
         O público, que andou sumido no início, reapareceu nos três primeiros dias, mas o interesse maior não parecia ser assistir às palestras, aos lançamentos de livros ou conhecer as novidades literárias. Muitos foram apenas para atualizarem seus perfis nos sites de relacionamento. Isso pode ser constatado pelo grande número de pessoas empunhando máquinas digitais e pelas poucas sacolinhas recheadas de livros. Para melhorar o volume de vendas, algumas promoções eram feitas, inclusive com o sorteio de um computador portátil e uma cesta de livros, além do adiamento do encerramento oficial do espaço destinado à comercialização dos, que ficará aberto até o dia 06, quando será inaugurada a Árvore de Natal, com a presença o Papai Noel – talvez só ele mesmo para trazer de presente um pouco de esperança para nossa gente!
         Os debates foram de bom nível, com palestrantes que se dispuseram a compartilhar um pouco de seus conhecimentos, de suas angústias e de suas experiências com o mundo das letras. Infelizmente o público andava meio arredio e quase sempre o palestrante falava para os próprio familiares ou para amigos que prestigiavam sua performance. Mas quem se aventurou a entrar em um dos espaços de lançamento de livro, palestra ou relato de experiência não se arrependeu e, certamente, aprendeu bastante naqueles minutos de interação cultural.
         Outro lado bom da história é ver crianças e jovens circulando entre livros. Se não compravam, pelo menos tinham contato direto com alguns escritores ou, no mínimo, se divertiam com o ambiente festivo do evento. Todos nós estamos torcendo para que no próximo ano todos os comentários sejam positivos ou então que as falhas, que sempre hão de existir, sejam suplantadas pela imensa quantidade de acentos. São Luís e sua população merecem esses momentos em que as artes em geral sejam o centro da atenção da cidade.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

ILHA VIRTUAL NÚMERO 7

Caros amigos e amigas,

A partir deste momento está online o sétimo número do informativo Ilhavitualpontocom.com artigos sobre Ubitaran Teixeira, José Ewerton Neto e outros textos que sempre ilustram nossas letras.
Para acessar o informativo, clique AQUI


Boa leitura a todos

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Feira do Livro

Hoje começa a nossa V Feira do LIvro de São Luís, um evento que já se tornou especial para todos os que são apaixonados pelas letras em geral, Esperamos que ela seja bem melhor que a do ano passado e que tenha menos contratempos.
Para começar, creio que a Comissão Organizadora já acertou na escolha do patrono. José Chagas, sem dúvida, merece todas as homenagens, mas ainda creio que deveria haver mais palestras, mesas-redondas e outras apresentações que discutissem o trabalho de Chagas e dos demais homenageados.
Vamos torcer pra que esse evento seja repleto de bons momentos.
A seguir, apresento a vocês alguns convites de livros que serão lançados na Feira.




quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

WELITON CARVALHO


A Geometria do Lúdico
José Neres


            Dizem que no Maranhão todo mundo se considera, pelo menos em alguns momentos, poeta. Anualmente, inúmeras obras são escritas e diversas delas conseguem sair da gaveta e alçam à condição de livro impresso. São poucas, porém, as que conseguem atingir os status de trabalho de boa ou pelo menos razoável qualidade literária. Há casos em que apenas o autor e seus familiares conseguem ver alguma tessitura poética naquelas páginas encadernadas...
            Há casos, contudo, em que o autor realmente merece ser chamado de poeta e consegue transpor para o papel suas ideias, seus sentimentos e suas impressões sobre o mundo em forma de versos bem elaborados e com boas soluções artísticas, fazendo com que o leitor mais exigente perceba que naquela página não há apenas um amontoado de palavras, mas sim um caminho sedimentado para as emoções poéticas.
            Entre esses escritores que costumam sair da mera construção em série de poemas e conseguem atingir a esfera da poesia está Weliton Carvalho, autor de “Travessia sem Fim”, “Descobrimento do Explícito”, “Sustos do Silêncio”, “Tempo em Conserva” e “Geometria o Lúdico”, um alentado volume com mais de 600 páginas e que reúne, além dos três últimos livros acima citados, trazendo ainda outros trabalhos até então inéditos: “A Poesia Sorrindo”, “Sinfonia da Solidão” e “Escandalosa e Lírica”.
            Dono de excelente dicção poética, Weliton Carvalho é capaz de transitar com a mesma desenvoltura por temas diversos como engajamento social, erotismo, lirismo e metalinguagem, por exemplo. No entanto, essa diversidade de temas não faz com que o poeta pareça superficial em suas abordagens, pois o trabalho poético-linguístico por ele perpetrado vai além de forçar as palavras em um contexto frasal. Weliton Carvalho em seus versos procura sempre conter a verbosidade sem comprometer a construção das imagens poéticas e sem apelar para construções esdrúxulas que apenas sirvam para chamar chocar o leitor, mas sem conteúdo aproveitável.
            Por trazer um apanhado geral da produção do autor em poesia até 2008, “Geometria do Lúdico” (Sotaque Norte: 670 páginas) é o livro mais recomendado para quem deseje entrar em contato com o conjunto da obra de Weliton Carvalho. Nesse livro, o leitor poderá encontrar desde os versos de caráter mais social de alguns poemas até a explosão de sensualidade e erotismo de um livro inteiro dedicado à relação física-amorosa-carnal entre dos seres que ora se mistura, ora se separam, mas que sempre se completam.
            Mas o ponto alto do livro é “Poesia Sorrindo”, obra na qual o poeta maranhense pasticha e ao mesmo tempo presta grande homenagem a Mário Quintana. Em dezenas de versos sintéticos, Carvalho cria flashes da realidade interior e/ou exterior do ser humano, discutindo de forma bem humorada situações aparentemente comuns, mas que poderiam passar despercebidas por olhos menos atentos. Em versos curtos e carregados de ironia e de suavidade, o poeta trabalha o cotidiano. O celular, por exemplo, hoje um amigo inseparável de muitas pessoas, é redefinido como sendo “um chato de algibeira” (p. 331). Atento a tudo o que o rodeia, no poema Pequena Tragédia, o poeta chama a atenção para algo que se repete dia após dia: “O professor recitando Gonçalves Dias/ e os alunos preocupados com a provinha de literatura” (p. 347). Às vezes, o tom de provocação norteia o poema, como ocorre em Fogo Amigo: “Os homens não reparariam na celulite não fossem tuas amigas” (p. 362).
            De modo geral, se o livro “Geometria do Lúdico” pode até assustar os pseudo-leitores pelo número de páginas, porém bastará o verdadeiro amante da boa poesia correr os olhos pelas primeiras páginas ou mesmo abrir o livro em qualquer poema para se sentir acolhido pela essência dos versos de um homem que realmente pode ser chamado de poeta.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PAPO POÉTICO

Nesta semana, o projeto PAPO POÉTICO será uma palestra sobre os movimentos literários e os planos editoriais, em São Luís, no século 20, com o jornalista e escritor Herbert de Jesus Santos, na sexta-feira, 28 / 10 / 2011, às 19 horas. 

Relançamento dos seus seis livros mais recentes e que foram publicados na década de 2000: Antes que Derramem a Lua Cheia (de crônicas), São Luís em PreAmar: Ainda Assim, há um Azul! (poemas), Peru na Missa do Galo (Contos de Natal), A Segunda Chance de Eurides (novela), Serventia e os Outros da Patota (contos) e Ofício de São Luís: Bernardo Coelho de Almeida (Coração em Verso e Prosa).

Clique aqui e leia nosso texto sobre Herbert de Jesus Santos

local: RUA DE SÃO JOÃO (ESQUINA COM RUA DOS AFOGADOS, ONDE TEM UM SEMÁFORO), 389 – A, ALTOS DO BANCO BOMSUCESSO, ENTRADA PELA RUA DE SÃO JOÃO. Lá funciona um barzinho; som de primeira. Papos sobre arte e cultura. Espaço para leituras de poesia, contos e performances.

sábado, 22 de outubro de 2011

ILHAVIRTUAPONTOCOM NÚMERO 6

Meus amigos e amigas,
Depois de algum tempo afastado (mas ninguém percebeu) estou de volta ao blog e trago o sexto número de nosso informativo ILHAVIRTUALPONTOCOM, que pode ser lido aqui mesmo no blog ou pode ter sua versão baixada em PDF. 
Para baixar o jornal, CLIQUE AQUI.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

UM POEMINHA E SÓ.....

Nesta tarde/noite linda de chuva, nada melhor do que um poema para mostrar que, com sol ou chuva, o importante é viver e buscar um nexo em tudo...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

NOVO LIVRO DE SÔNIA ALMEIDA

Professores, alunos e pesquisadores em geral em breve terão às mãos uma nova fonte de pesquisa. Trata-se do novo livro da professora e imortal da Academia Maranhense de Letras Sonia Almeida. O livro, que é fruto da tese de doutorado da autora, discute a escrita no nível superior, mostrando suas singularidades em um novo olhar.
Vale a pena conferir mais esse trabalho desta sempre ativa professora e escritora.

UBIRATAN TEIXEIRA

UBIRATAN TEIXEIRA EM SEU 
DIÁRIO DE CAMPO
José Neres


            Em seus oitenta anos de vida, Ubiratan Teixeira tem sido admirado como fecundo cronista, talentoso prosador, excelente crítico e notável teatrólogo. Todas essas características podem ser atestadas pelos diversos prêmios recebidos ao longo de uma vitoriosa trejetória de luta com as palavras escritas e, principalmente, pela leitura de sua vasta produção intelectual, que vai desde textos curtos para jornais até bem elaboradas obras de ficção, passando também por um livro voltado para o público infanto-juvenil e pelo essencialíssimo Dicionário de Teatro.

            Mas além de todos esses predicados acima mencionados,Ubiratan Teixeira deve ser visto também com importante testemunha dos principais acontecimentos culturais ocorridos no Maranhão desde a segunda metade do século XX até este início de século XX. Mas ele não se limitou a ser mais uma testemunha da história a guardar os episódios nas retinas e na memória. Ele tomou a decisão de compartilhar esse momentos com seus seus inúmeros leitores. Com isso, o conjunto de crônicas e artigos de UT pode servir de base para pesquisas ou para uma leitura mais aprofundada dos diversos momentos culturais cobertos pelo autor em seus textos semanais.

            Como o texto de jornal parece já nascer com data marcada para morrer, e o periódico que hoje está cheio de novidades será amanhã utilizado para inúmeros outros fins, que quase nunca têm relação com a leitura, a solução encontrada pelos cronistas para dar perenidade a seus textos é enfeixá-los em forma de livro. Foi isso que fez Ubiratan Teixeira, que reuniu 80 de suas crônicas/ensaios em um livro significativamente intitulado “Diário de Campo”  (Ética Editora, 2010).

            Teatro, exposições, artes plásticas, música, literatura e todo um universo cultural que gira em torno de São Luís e do Maranhão como um todo, mas que quase sempre é relegado a um segundo plano no olhar das autoridades e das pessoas em geral, contituem o epicentro dessa obra em que Ubiratan Teixeira mostra que ser testemunha da História não é sinônimo de ser passivo. Em cada página, o leitor entra em contato com importantes momentos de nossa cultura, com eventos que hoje são apenas lembranças (ou nem isso mais) na combalida memória de um povo que fecha os olhos para seus valores,  com nomes essenciais para o desenvolvimento das artes nas terras de Gonçalves Dias.

            Em 252 páginas de um livro que pode ser lido de um só fôlego ou saboreado aos poucos, sem preocupação com a ordem dos textos, o experiente cronista “passeia” pelo mundo das artes e conduz o leitor pelas encruzilhadas nem sempre bem iluminadas de nossa cultura. Dono de um estilo característico, que mescla um tom coloquial com boa dose de crítica e um olhar arguto sobre situações praticamente invisíveis para quem não está envolvido com o quase sempre desprezado mundo das artes, Ubiratan Teixeira não se omite de deixar suas impressões acerca dos fatos retratados, e isso dá um sabor especial aos textos, que deixam de ser meras observações e podem ser lidos como fragmentos de pensamentos de um dos mais privilegiados observadores de eventos que quase sempre são vistos apenas em sua superfície.

            “Diário de Campo” é um livro leve e denso ao mesmo tempo. Leve pela linguagem, pelo estilo do autor, que sabe pesar muito bem em cada crônica/ensaio bom humor e a acidez de um olhar crítico. Denso por tratar de temas que exigem reflexão a cada parágrafo e por deixar evidente que um assunto tão importante quanto a cultura quase sempre e deixado de lado em um Estado que deveria valorizar mais quem produz ou investe em arte.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

UM GUANICÊ DE IMAGENS

Durante uma semana, os amantes da Sétima Artes poderão deliciar-se com mais uma edição do Festival Guanicê de Cinema.  Veja abaixo a programação e não perca mais esse grande evento


PROGRAMAÇÃO GERAL

Dia 03 de outubro de 2011 - Auditório Central (UFMA):
18h30 – Cerimônia de Abertura: Banda ‘’Infinity Jazz Band’’
19h00 – Palavra dos promotores, patrocinadores e colaboradores.
19h30 – Exibição do Longa Metragem: Quebrando o Tabu
21h30 - Atração Folclórica

Dia 04 de outubro de 2011 - Auditório Central (UFMA):
08h30 – Mostra Guarnicezinho animada.
10h00 – Mostra Filme Longa Metragem Nacional (O Veneno Está Na Mesa) - Sílvio Tendler
12h00 – Cine Música.
14h00 – Competitiva de Vídeos Bloco 1
16h00 – Competitiva de Filmes 35mm Média e Curta Metragem.
18h00 – Cine arte.
19h00 – Competitiva de Filmes 35mm Longa Metragem.
21h30 – Atração Folclórica. 

Auditório Rosa Mochel (Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho):
09h00 -14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 1
15h00 -14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 2

Dia 05 de outubro de 2011  - Auditório Central (UFMA):
08h30 – Mostra Guarnicezinho animada.
10h00 – Mostra Filme Longa Metragem Nacional - (Utopia Barbárie), de Sílvio Tendler
12h00 – Cine Música.
14h00 – Competitiva de Vídeos -  Bloco 2
16h00 – Competitiva de Filmes 35mm Média e Curta Metragem - Bloco 2
18h00 – Cine arte.
19h00 – Competitiva de Filmes 35mm Longa Metragem.
21h30 – Atração Folclórica.

Auditório Rosa Mochel (Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho):
09h – 14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 3
15h – 14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 4

Dia 06 de outubro de 2011 - Auditório Central (UFMA):
08h30 – Mostra Guarnicezinho animada.
10h00 – Mostra Lume Filmes – (A Garota da Fábrica de Fósforos / TULITIKKUTEHTAAN TYTTÖ ), de Aki Kauriusmaki.
12h00 – Cine Música
14h00 – Competitiva de Vídeos - Bloco 3
16h00 – Competitiva de Filmes 35mm Média e Curta Metragem – Bloco 3.
18h00 – Competitiva de Vídeo Clipes
19h00 – Mostra de Filmes 35mm Longa Metragem (Glauber, O Filme – Labirinto do Brasil), de Sílvio Tendler .
21h30 – Atração Folclórica.

Auditório Rosa Mochel (Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho):
09h – 14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 5
15h – 14º Troféu para o Concurso Mostra Refestança (Prêmio Nego Chico) – Bloco 6

Dia 07 de outubro de 2011
08h30 – Mostra Guarnicezinho animada.
10h00 – Mostra Lume Filmes – (ERASERHEAD), de David Lynch.
12h00 – Cine Música.
18h30 – Cerimônia de Encerramento.
19h00 – Palavras dos promotores, patrocinadores, parceiros, colaboradores e apoiadores.
19h30 – Premiação.
21h30 – Atração Folclórica.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

JORNAL VIRTUAL Nº 5

Caríssimos amigo,

Aqui está o quinto número do ILHAVIRTUALPONTOCOM, nosso informativo destinado a promover e divulgar a literatura maranhense. 
Continuamos a aceitar colaborações em forma de artigos, resenhas, contos, crônicas, poemas, etc.
Uma boa leitura para todos


Para baixar o jornal em PDF, clique AQUI








quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Lançamento de livro

Recebemos por e-mail este comunicado do poeta Paulo Melo Sousa e aproveitamos para convidar a todos para mais uma edição do Papo Poético

Dia 15 de setembro de 2011, quinta-feira, às 20 horas, lançamento do Livro “A SINA DO ESPANTALHO”, de autoria do poeta Oton Cardoso. Na ocasião, será apresentado o vídeo “POR QUE CHORA O RIO ANIL”, de autoria de Sílvio Rayol.

Haverá recital de poesia e gravação de vídeo sobre o lançamento.

                                     
                        O livro “A Sina do Espantalho”, de autoria de Oton Cardoso, é um livro de poesias que tem como tema de fundo o drama vivido por um artista que, por ter alterado sua obra, após inscrevê-la em um concurso, vê-se impedido de participar do certame, não podendo sequer deixar seu quadro (O Espantalho) ao lado da exposição, somente para que pudesse ser apreciado.

“POR QUE CHORA O RIO ANIL”

                        O vídeo “Por Que Chora o Rio Anil”, de autoria de Sílvio Rayol, é uma produção de baixa resolução, documentário, realizado com captação de imagens, incluindo sons diretos e depoimento, com texto adaptado da poesia “Rio Anil”, de autoria do poeta Oton Cardoso, além de trilha sonora original.

 
1 - APRESENTAÇÃODA POESIA: “RIO ANIL” – Pela atriz Heidy Ataídes
3 – APRESENTAÇÃO DA POESIA: “OS ARTISTAS” – Pela atriz Letycia Oliveira
4 – APRESENTAÇÃO DA POESIA: “POBRES CHOUPANAS DE PALHA” –Pela atriz Heidy Ataídes
5 – APRESENTAÇÃO DA POESIA: “O PRAZER” – Pela atriz Letycia Oliveira
6 - APRESENTAÇÃO DA POESIA: “A MORTE DE UM POETA” – Pela atriz Heidy Ataídes
7 – APRESENTAÇÃO DA POESIA: “O ESPANTALHO” – Pela atriz Letycia Oliveira.
8 – APRESENTAÇÃO DA POESIA: “FRIDA KAHLO” – Pelas atrizes Heidy e Letycia.
Completamos no dia 25 de agosto 9 (nove) meses de debates (desde 25 de novembro de 2010), no Sebo do Chiquinho.  RUA DE SÃO JOÃO (ESQUINA COM RUA DOS AFOGADOS, ONDE TEM UM SEMÁFORO), 389 – A, ALTOS DO BANCO BOMSUCESSO, ENTRADA PELA RUA DE SÃO JOÃO. Lá funciona um barzinho com som de primeira. Papos sobre arte e cultura. Espaço para leituras de poesia, contos e performances.