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sexta-feira, 7 de agosto de 2026
SONETO DESMONTE
domingo, 26 de julho de 2026
100 ROMANCES
CEM ROMANCES
José Neres
ISNI: 0000000530697862
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Cem bons romances da literatura brasileira que eu li
O problema de se publicar uma lista (do que quer que seja) é que sempre aparece alguém que deseja encontrar em nossa lista algo que ele gostaria de ter em sua própria lista. Não é justo!
Cada pessoa é um universo que segue por caminhos diferentes em praticamente tudo. Inclusive nas leituras e no consumo das demais formas de arte.
A lista a seguir é minha. Faz parte de minhas leituras ao longo de décadas e décadas. Claro que há omissões involuntárias, já que foi escrita de memória, com os únicos critérios de não usar mais de dois livros de um mesmo autor ou autora e de a obra pertencer à chamada literatura brasileira.
Aqui não existe preocupação com o cânone ou com os livros que os críticos consideram bons ou ruins. Trata-se apenas de uma experiência pessoal de leitura.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
ORGULHO E PRECONCEITO
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ORGULHO E PRECONCEITO
José Neres
ISNI: 0000000530697862
I
Aquele orgulho que você trazia
Estampado em seu olhar e no peito
Hoje já se perdeu na ventania
Tornou-se rio de tórrido leito.
Da vida só levamos a alegria…
E você em nada jamais foi perfeito
Usava da galhofa e da ironia
Humilhava quem tinha algum defeito.
Falava que de ninguém dependia
Que tinha sido até grande prefeito
Mas no bolso do povo a mão metia…
Agora, vivendo em plena agonia,
Percebe que nada mais tem jeito
Já não verá novo nascer de dia…
II
Morreu sem saber que cor não se pega
E nem que todos nós somos iguais…
Quando às coisa do mundo alguém se apega,
Mal deixa de si alguns tristes sinais.
Ao pensar que só sua vida agrega
E que os outros são meros animais
Afirmamos tudo que não se nega:
Nosso vil preconceito tão loquaz.
Preconceito é um diabo que nos cega
E que sempre nos leva para trás
É gosma de quiabo que escorrega
É bem triste playground de Satanás
É tal louco inferno que se encarrega
De mostrar que somos meros mortais
São Luís, 07 de julho de 2026.
domingo, 5 de julho de 2026
O DIÁRIO DE ANNE FRANK
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| Image de Anne Frank disponível na internet |
O DIÁRIO DE ANNE FRANK
(José Neres)
ISNI: 0000000530697862
Semana passada não publiquei aqui. Estava cheio de tarefas e não sobrou tempo para ir além dos afazeres profissionais, dos diários eletrônicos, das bancas, das correções de provas e lançamentos de notas.
Para ser sincero, até iniciei um texto, mas tive que deixá-lo pela metade, diante de uma enxurrada de compromissos urgentes. Contudo, ao chegar no quarto de meu filho, um livro de sua vasta estante me chamou a atenção: O Diário de Anne Frank (Editora Record, 2014). Já havia visto diversas referências a esse livro, mas nunca tido o interesse de lê-lo.
Comecei a folhear aquele volume com 349 páginas e o estilo da autora logo chamou minha atenção. Uma prosa clara, elegante e recheada do que existe de mais importante em uma obra: a essência humana.
Aquela garota que viveu tão pouco deixou para a posteridade algumas lições de vida que só são encontradas em pessoas de espírito elevado. Ao longo do texto, ela faz com que o leitor se torne íntimo de toda uma gama de pessoas que viveram os horrores da II Guerra Mundial. Mas faz isso sem as pretensões de um pesquisador que busca causas e consequências. Em cada página, ela simplesmente vive e sobrevive. Tira das dificuldades a experiência necessária para fortalecer seu espírito, mesmo que para isso seu corpo tenha sido muitas vezes alquebrado pelas adversidades.
A sinceridade é uma das marcas mais pungentes do livro. O amor pelo pai. As dificuldades de relacionamento com a mãe. O distanciamento com a irmã mais velha. A paixão pelo colega de abrigo. As incertezas e o contexto histórico mostram que Anne Frank não era e não se via como uma super-heroína com o ânimo inquebrantável. Na verdade, sua fragilidade era a grande alavanca para sua força.
Os desejos físicos, as contrariedades, a fome, o desconhecimento sobre o próprio corpo e a vontade de aprender, mesmo diante de uma situação aparentemente incontornável, fazem com que aquela menina amadureça antes do tempo e passe a questionar tudo aquilo que lhe incomodava. Ela mesma tinha certeza de que esse perfil comportamental poderia ser-lhe prejudicial. Mas, diante de um incômodo duelo entre as aparências e a essência, ela optou por ser ela mesma.
Quase no final do Diário, deparei-me com uma das melhores páginas sobre Educação Sexual para a juventude. Em poucas palavras, aquela garota com aproximadamente uma década e meia de vida, demonstrou como é importante o diálogo dos adultos com os jovens. Todo de modo elegante, conciso e carregado de ressentimentos.
Valeu a pena ler cada palavra do livro.
Fiquei imaginando sobre a qualidade das obras que brotariam das mãos daquela mocinha que sonhava em ser jornalista e escritora. Mas ela não teve a oportunidade de ter uma vida normal. A ela tudo foi negado, inclusive a vida.
Ao concluir a leitura, resolvi escrever os versos que são reproduzidos abaixo.
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| Reprodução da capa do livro |
#AnneFrank
#Literatura
(José Neres)
Nem sempre dor, fome e medo têm nome
Às vezes, tornam-se rouco segredo
Que a cada dia nossos sonhos consome
Sem deixar de nos apontar um dedo
Indicando-nos que tudo o que some
Pode fazer parte de louco enredo
Que não controlamos e nos carcome
Em duvidosa paixão e triste medo.
Escondida, a vida dizia: tome
Nota. Transforme a escrita em brinquedo
Mas não pense em um dia ter renome.
Hoje suas palavras são rochedo
E teu diário leva teu nome: Anne!
Voz que desafia o eterno degredo…
São Luís, 05 de julho de 2026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
COVA RASA
COVA RASA
José Neres
I
Era uma noite fria de janeiro.
Mais um novo triste ano começava
Mas que podia ser o derradeiro
De uma triste vida que se arrastava.
Já que desde meu vagido primeiro
Algo ruim de perto me mirava
Deixando bem claro que meu cruzeiro
Era nau que a nenhum porto chegava.
Cedo a vida me lançou vil morteiro
Que levou mão materna que eu amava
A paterna transformou-se em vespeiro
Que de hora em hora me amaldiçoava…
Dos meus nem imagino o paradeiro…
Cuspo na treva que me iluminava!
II
Triste eu pela fria noite vagava
Quando ali se formou um nevoeiro
Eu a um palmo quase nada enxergava
De repente, aquele passado inteiro
Que há dezenas anos só me assombrava
Se pôs diante de mim por inteiro
Com uma voz que tão fria vibrava:
“Filho - disse-me ele em tom zombeteiro -
Com bafo de enxofre que me atordoava
Matei tua mãe com golpe certeiro
Pois a você nem a ela já não amava…”
Naquela fria névoa de janeiro
Eu, sorrindo, aquele corpo enterrava.
sábado, 13 de junho de 2026
Um encontro com João Mohana
Artigo
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| José Neres, José Casanova e Tony Mohana - foto de Antônia Nilda Alves Cruz |
UM ENCONTRO COM JOÃO MOHANA
José Neres
Estava muito tempo sem ir a Bacabal.
Nas minhas habituais viagens a serviço, passava pela BR e seguia caminho. No máximo parava em algum restaurante, para depois seguir adiante.
Porém, em 2025, durante uma sessão da Academia Vianense de Letras, conheci o professor, escritor e ativista cultural José Casanova. Conversa vai, conversa vem e ele me perguntou da possibilidade de um dia eu ir a Bacabal para uma conversa sobre João Mohana.
Esse é o tipo de convite que não se recusa. A oportunidade veio agora por ocasião da II Semana João Mohana, realizada pela Academia Bacabalense de Letras, de 9 a 15 de junho de 2026.
Basicamente, eu iria reproduzir minha fala de um ano antes, mas para um outro público e com uma responsabilidade ainda maior. Afinal, o padre-escritor, que é um dos nomes mais representativos da prosa maranhense, é também uma das maiores personalidades nascidas em Bacabal.
Chegou o dia.
A data marcada era um desafio para toda a equipe organizadora do evento: 12 de junho - não era apenas o Dia dos Namorados, mas também o segundo dia da Copa do Mundo e véspera da estreia do Brasil nesse campeonato de gigantescas proporções. Mas desafios existem para serem superados!
Logo na chegada, fui muito bem recebido pelo José Casanova e pelas professoras e acadêmicas Liduina Tavares e Maria Raimunda Lopes Costa. É aquele tipo de contato que por si só já paga qualquer sacrifício realizado. Mas quem disse que falar sobre literatura é algo sacrificante? É pura alegria que renova nossas energias!!!
Chegou a hora.
Diversos acadêmicos e acadêmicas da Academia Bacabalense de Letras compareceram ao evento. Na plateia, tive o prazer de contar também com a presença da professora e querida amiga Antônia Nilda Alves Cruz, que deixou seus afazeres para para prestigiar aquele momento cultural.
À mesa, além de mim e do mediador José Casanova, estava também Tony Mohana, que além de ser um intelectual respeitado, é sobrinho de João Mohana e fiel guardião da obra desse escritor.
Tony Mohana despertou o interesse dos presentes ao falar sobre passagens da vida do Autor de Inês e Pedro em Bacabal e para isso recorreu a fragmentos da memória e das lembranças de seu tio Ibrahim Mohana. Revelações praticamente inéditas invadiram o recinto e encantaram a plateia. Aplausos!
A mim, coube falar dos aspectos romanescos da obra de João Mohana, autor de dois romances de grande sucesso: O outro caminho e Maria da Tempestade. Evitando ao máximo chegar aos famigerados spoilers, chamei atenção para a a tessitura desses livros, dos aspectos paralelísticos dessas duas obras e não tive como não tocar no assunto do “Pescoço da Viúva”, tema que sempre desperta a imaginação do público.
Além da criatividade, Mohana tinha o domínio técnico da escrita literária e sabia prender a atenção dos leitores. Ele era dono de imenso cabedal de cultura e sabia mesclar seu vasto conhecimento científico com a necessária sensibilidade humanística na construção do cenário e das personagens que lhe brotavam das mãos.
Valeu a pena voltar a Bacabal. Valeu a pena conversar sobre a vida e a obra do grande escritor João Mohana.
Leia nosso artigo sobre João Mohana
Leia nossa homenagem a João Mohana
sexta-feira, 12 de junho de 2026
SONETO DOS NAMORADOS
| Imagem elaborada com auxílio de Inteligência Artificial |
SONETO DOS NAMORADOS
(José Neres)
Será brega suspirar pelos cantos?
Ou, de feliz, derramar doces prantos
ao beijar a amada ao som do luar?
E será vergonha de amor falar?
E tremer e gaguejar só de espanto
quando ela surge como por encanto
pra dizer que te viu no seu sonhar?
Não... Não façamos do amor mil tormentos
Cada gota de amor são sentimentos,
são beijos que respiram emoções.
Se beijar é só os lábios encostar,
o amor é muito mais que beijar
amar é o cruzar de dois corações.
terça-feira, 9 de junho de 2026
AMIZADE
AMIZADE
José Neres
O cachorro sentia o odor do dono
Que para casa jamais voltaria
E ali enfrentava fome, frio e sono
Nas frestas do relento se escondia.
Sofria as mil dores de um abandono
Involuntário que tanto lhe doía
Fosse inverno, primavera ou outono
Só de saudade o peito lhe tinia.
A fria lousa tornou-se seu trono
Perto daquela cruz ele latia
Convertendo lágrimas em carbono.
Eu vejo tudo isso e me impressiono…
Com aquela canina sinfonia
A clamar pelo falecido dono.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
TRÊS VITRINES DESPEDAÇADAS
TRÊS VITRINES DESPEDAÇADAS
José Neres
Educação,
cultura e meio ambiente são três vitrines que constantemente são exploradas por
todos os gestores públicos durante as campanhas eleitorais, mas que costumam
ser esquecidas nos momentos seguintes. Os nefastos resultados desses abandonos
tornam-se visíveis tanto nos indicadores sociais (quase sempre eclipsados pela
ênfase na infinita reprodução de uma política de pão e circo) quanto no dia a
dia, a partir de uma observação atenta do que ocorre na vida pública e na vida
privada.
Educação
é algo essencial para o desenvolvimento de um povo. Contudo, fica difícil
pensar em uma educação de qualidade
quando alunos, professores, familiares e demais atores sociais se veem
imersos em problemas que envolvem estruturas deficientes, descaso para com a
formação continuada dos docentes, desvalorização salarial, ausência quase total
de um projeto político-pedagógico prático e eficiente e de algo que estimule o
alunado a permanecer na sala de aula e o faça perceber que a educação é algo de
vital importância para a realização de um projeto de vida, qualquer que seja
ele.
É
também difícil esperar que o alunado se sinta motivado para ir à escola quando
há faltas de professores de praticamente todas as disciplinas e a maioria
desses profissionais da educação vive na amarga margem do não saber se seus
contratos serão ou não renovados e se irão ou não trabalhar com as disciplinas
para as quais se prepararam durante toda a vida acadêmica. É muito difícil
esperar que nossos professores se sintam confortáveis diante da falta de uma
sala de aula onde impera a sensação de insalubridade: temperatura elevada, água
de qualidade duvidosa, pouca acessibilidade, turmas superlotadas e cobranças
que ultrapassam os limites de suas forças...
Outra
vitrine abandonada é a cultura. Em momentos específicos, ela recebe uma espécie
de maquiagem para parecer que é bem cuidada. Os gestores quase sempre se
esquecem de que há inúmeros aspectos culturais em uma sociedade e se limitam a
cuidar (parcamente) daquilo que poderá ser exposto para um público ávido de
diversão imediata. Não são raros os casos em que aspectos culturais locais são
preteridos em prol de expressões que pouquíssima relação têm com as
singularidades do povo de determinada região, ou seja, aquilo que deveria ser
valorizado e incentivado acaba sendo desprezado por quem tem as chaves do
cofre.
Dessa
forma, o artista local, boquiaberto, vê verbas estratosféricas sendo destinadas
a personalidades consagradas, enquanto ele – o artista local – precisa mendigar
por um pouco de atenção do público e pelas sobras de um dinheiro mirrado que
muitas vezes custa a sair e que, quando sai, pode ser à custa de muita
humilhação. Será que é assim que se promove a cultura?
Finalmente
o meio ambiente. Essa deveria ser outra vitrine, assim como a cultura,
preparada para servir ao bem-estar da população local e como forma de atrair
turistas dos mais diversos espectros. No entanto, parece ser mais fácil passar
uma demão imaginária de tinta verde em tudo e divulgar a ideia de que ali
existe uma defesa racional do ambiente. Enquanto isso, a água servida continua
escorrendo a céu aberto, os resíduos sólidos continuam sendo descartados de
maneira irregular, os dejetos humanos continuam sendo despejados em rios e
praias, as árvores continuam sendo devastadas e o ar continua carregado de
substâncias nocivas à saúde.
Essas
três vitrines – e tantas outras – precisam ser tratadas com um cuidado que vá
além das promessas eleitorais e eleitoreiras. Elas são, em sua essência,
fundamentais para o planejamento de um futuro mais justo, sustentável e
eficiente. Pena que depois do resultado das urnas, os vencedores se esqueçam
das promessas firmadas nos palanques, e os derrotados passem a utilizá-las como
escada para um novo palanque.
domingo, 24 de maio de 2015
O QUE IMPORTA AGORA TANTO
OS FLASHES POÉTICOS DE FÉLIX ALBERTO LIMA
José Neres
segunda-feira, 11 de maio de 2015
LANÇAMENTO
TÍTULO: Secretariar é uma Arte: Estudos Reunidos
AUTORES: vários
ORGANIZAÇÃO: Delcimara Caldas, Nilzenir Ribeiro e José Neres
PREFÁCIO: Marcos Fábio
DATA: 14/05/2015 (quinta-feira)
LOCAL: Teatro Zenira Fiquene (Faculdade Atenas Maranhense)
HORÁRIO: a partir das 19 horas
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
UM GRANDE ARTISTA MARANHENSE
Geralmente ficamos tão maravilhados
com a aparente grandeza das coisas que não percebemos que há beleza também em
detalhes às vezes imperceptíveis para os olhos de quem se acostumou a fixar-se
apenas no que parece deslumbrante. Da mesma forma, servimos como caixa de
ressonância a nomes nacional ou mundialmente conhecidos e silenciamos (ou nem
mesmo conhecemos) os valores artísticos e culturais de nossa própria terra.
O artista faleceu em São Luís poucos
dias depois de completar seu septuagésimo aniversário, no dia 23 de maio de
1974. Como a maioria dos artistas populares, Nhozinho também teve seu trabalho
relegado ao olvido, mas aos poucos vem sido resgatado graças aos esforços de
pesquisadores como Zelinda Lima, que muito lutou pelo reconhecimento desse
artista, e de Roldão Lima, autor do livro “Vida e Arte de Nhozinho”, publicado
cinco anos após o passamento do escultor.sábado, 2 de maio de 2015
UMA MONOGRAFIA ESPECIAL
Hoje, mais de uma década depois, pego a monografia, folheio suas páginas e penso na coragem daquela mulher que não se curvou aos desejos alheios e que enfrentou uma banca para falar sobre um mundo literário ainda inexplorado. Penso também em quantas outras pessoas não já tentaram fazer trabalhos sobre outros tantos autores desconhecidos, que não puderam seguir adiante por falta de coragem, força ou incentivo...MISTÉRIO NA CASA DE CULTURA
TÍTULO: Mistério na Casa de CulturaAUTORA: Samira Diorama da FonsecaEDITORA: NelpaANO: 2013PÁGINAS: 162CATEGORIA: FICÇÃO INFANTO-JUVENIL
domingo, 4 de janeiro de 2015
NOVAS LUZES SOBRE A VIDA E A OBRA DE MARIANA LUZ
NOVAS LUZES SOBRE MARIANA
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| Capa do livro de Jucey Santana |
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
TRISTES PERDAS PARA A LITERATURA
| Juan Gelman |
| Gabriel García Màrquez |
| João Ubaldo Ribeiro |
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| Rubem Alves |
| Ivan Junqueira |
| Ariano Suassuna |
| José Chagas |
| Ubiratan Teixeira |

















